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Imagine que você
fosse um gaulês na época de Julius que
depois veio a ser conhecido como Julius
Caezar e que você, como bom profissional que
é, fosse escolhido pelos romanos para
administrar uma das aldeias conquistadas. Na
hora de assumir o cargo, Julius percebe
que apesar de você ter uma boa capacidade de
liderança e de ser influente sobre o pessoal
daquela aldeia, você simplesmente não consegue
se comunicar com o seu superior em Roma. Imagine
só para onde iria o seu belo emprego conquistado
a tão duras penas? Você, se tivesse muita sorte,
ainda poderia conseguir uma boquinha como
faxineiro dos romanos. |
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Agora transporte-se
mais de 2.000 anos para o futuro e veja o que
poderá acontecer com você se não falar a língua
dos loiros de olhos azuis (que comparação, meu
Deus!). |
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Ou, então,
imagine-se vivendo sob o “democrático” regime
teocrático de Kahmenei e o caro amigo não
falasse farsi. |
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Farsi:
n. Persian language spoken in
Iran, indigenous name of the Persian language.
As a noun: native or resident of Iran (also
Persian). |
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Por maior que fosse o seu
talento, as suas chances de se desenvolver
estariam reduzidas a zero. |
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Agora voltando aos dias de hoje:
você já notou que pode estar passando por um
problema parecido, se não for fluente em inglês? |
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Você ainda não é fluente na
língua dos loiros de olhos azuis? (Como se
existisse só uma língua falada pelos loiros de
olhos azuis). O que é que há com você? Não quer
progredir como todos os que vivem na sociedade
consumo (consumo do ser humano, como diz o Dr.
Roberto Rubbo)? |
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A melhor idade para aprender
inglês, ou um idioma estrangeiro, é até os 10
anos de idade, mas isso não é desculpa para
desistir. Qualquer adulto brasileiro que se
dedique um pouquinho ao estudo de inglês
consegue atingir um nível de comunicação
razoavelmente bom em inglês, desde que tenha as
suas aulas sozinho e dedique, para cada aula
assistida, pelo menos uma hora para estudar por
conta própria, sem a assistência de seu
professor. |
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A maioria dos brasileiros ainda
não se deu conta que sem saber inglês e
informática, o valor de uma pessoa cai a valores
insignificantes. Nós já fomos informados disto
na década de 60 do século passado através do
livro O CHOQUE DO FUTURO de Alvin Toffler. Há
mais de 40 anos Toffler afirmou peremptoriamente
que no século XXI quem não falasse inglês e não
fosse capaz de interagir com um computador seria
considerado literalmente um ANALFABETO. Para que
não sabe como dizer ANALFABETO em inglês,
informo que a palavra é ILLITERATE. |
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E ele quis dizer ILLITERATE,
mesmo sendo graduado em um curso superior. |
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Como assustar os meus amigos
leitores não adianta nada, pois o assustado fica
paralisado, LET US
TAKE A LOOK AT THE BRIGHT SIDE OF THE QUESTION. |
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Como eu já mencionei dezenas de
vezes aqui, nesta coluna, nas últimas 401
segundas-feiras |
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(mais especificamente, desde o
dia 29 de outubro de 2001) o idioma estrangeiro
mais fácil para um brasileiro aprender, sem
dúvida alguma, é a língua inglesa, a língua dos
que levaram a efeito a revolução industrial, dos
loiros de olhos azuis que inventaram a
locomotiva (Robert Louis Stevenson), o barco a
vapor (Robert Fulton), a língua do sujeito que
desenvolveu a lâmpada elétrica (Thomas Alva
Edison), do sujeito que inventou o
ar-condicionado, Willis Carrier, a língua
daquele gênio alemão-americano que inventou o
maravilhoso PUNCHED CARD, a primeira interface
entre o homem e a máquina, Herman Hollerith. |
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Herman Hollerith
(February 29, 1860 – November 17, 1929) was a
German-American
statistician
who developed a mechanical
tabulator
based on
punched cards
in order to rapidly tabulate statistics from
millions of pieces of data. He was the founder
of the company that became
IBM. |
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Na expectativa de
ter deixado bem clara a importância do idioma
inglês, para nós, brasileiros, em termos
profissionais, resta mencionarmos os prazeres
que o ato de estudar nos proporciona. Infeliz
daquele que por algum disparate da natureza,
chegou ao sucesso sem ter estudado. E isso
precisa ser bem esclarecido para os nossos
descendentes, pois o sucesso estrondoso de certo
sindicalista pernambucano, sem formação
acadêmica, filho e mãe que nasceu sem saber ler
nem escrever, transmite a péssima idéia, por ele
mesmo difundida, de que é possível atingir o
sucesso sem estudo, o que é uma reverendíssima
besteira, sem mencionar o fato de que uma pessoa
sem um mínimo de educação formal ou pelo menos
um pouco de esclarecimento através do
autodidatismo, sempre vai comer pela mão dos
outros, justamente o fato que mais me assusta na
atual conjuntura brasileira. “Dize-me com quem
andas e dir-te-ei que és”. Este ditado mostra o
perigo que me assusta, a mim e a tanta gente.
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Mas, como eu dizia,
além do indescritível prazer que obtemos através
do ato de estudar, para nós, que já não somos
tão jovens, estudar um idioma estrangeiro ajuda
a manter aquele famoso senhor alemão bem
distante de nós, a saber, o Dr. Alzheimer.
Portanto, vamos estudar inglês. E saliento o
seguinte: para adultos, as aulas devem ser
obrigatoriamente individuais, pois, desta
maneira, o desenvolvimento se dá de uma forma
muito mais agradável e proveitosa. Ao argumento
de que o custo é muito mais elevado, eu
contraponho que o tempo de duração de um curso,
até que o aluno atinja o ponto de não retorno
é muitíssimo menor. Ou seja, estudar 05 anos em
um grupo com 10 pessoas proporciona um
desenvolvimento inferior ao que você pode obter
em menos de um ano em um curso com aulas
individuais. No fim, os preços se equivalem ou
o curso individual sai ainda mais em conta. O
problema é que o desembolso é feito de uma
maneira mais rápida, o que dá a impressão de que
ter aulas particulares ou individuais é um
processo mais dispendioso, o que não verdade. |
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Além disso, você
sempre pode tentar conseguir uma forma de
pagamento que seja mais longa e que, portanto,
tornará a mensalidade mais barata. Desculpas não
existem. Agora é a hora de tomar a decisão de se
tornar fluente em inglês. Mais tarde, quando o
cavalo encilhado da oportunidade passar na sua
frente e você continuar sendo um monoglota, será
tarde demais. Pensem nisso. |
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Until next week. |
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